7 de abr. de 2010

Beach Boys - Pet sounds



Pet Sounds é o décimo primeiro álbum de estúdio da banda de rock americana The Beach Boys, lançado 16 de maio de 1966 pela Capitol Records. Tem sido amplamente classificado como um dos mais influentes discos já lançados na música pop ocidental e foi classificado número # 1 em várias listas de maiores álbuns de todos os tempos em revistas de música, incluindo a New Musical ExpressThe Times e revista Mojo. Em 2003, foi classificado # 2 na lista 500 Greatest Albums of All Time, da revista Rolling Stone.
Pet Sounds foi criado vários meses após Brian Wilson ter parado de excursionar com a banda a fim de concentrar sua atenção na escrita e gravação. Nesse trabalho, ele teceu camadas elaboradas de harmonias vocais, juntamente com efeitos de som e instrumentos não-convencionais, como sinos de bicicleta, órgãos, cravos, flautas, teremim, e apitos para cães, junto com instrumentos mais usuais como teclados e guitarras.
Pode-se considerar que este seja o primeiro álbum do art rock, ou seja, rock em forma de arte no sentido adjetivo da palavra. Os principais alicerces para este album são encontrados nos albuns anteriores de 1965, The Beach Boys Today! e Summer Days (and Summer Nights!).


Fonte wikipédia


Link para download:  http://www.sendspace.com/file/leb1t4

13 de mar. de 2010

Formigueiro em luto

formigueiro em luto pelo assassinato covarde e violento de Glauco, uns dos maiores cartunistas do Brasil!

18 de fev. de 2010

Arnaud Rodrigues - O Som do Paulinho (1976)



Arnaud Rodrigues - O Som do Paulinho (1976)






















Faixas:
01. Som do Paulinho
02. Rock de Minas Gerais
03. O Dia que o Diabo Roubou o Bar do Português
04. Em Cima Daquele Morro
05. Sete de Setenta e Oito
06. Índio do Uruguai
07. Teté Das Lendas Rurais
08. Mercado São José
09. Negro Pescador
10. Gaivota Humana


É com grande pesar que publico esse post, dedicado a Arnaud Rodrigues, morto na terça de carnaval, em um acidente de barco. O acidente se deu em uma lagoa de Tocantins, onde Arnaud residia desde 1999. Estavam na embarcação, além de Arnaud, sua esposa e duas netas, que sobreviveram.

Famoso por acompanhar Chico Anysio em programas humorístico nas décadas de 70 e 80, formou com ele a dupla Baiano e os Novos Caetanos. Satirizando Caetano Veloso, Maria Bethania e os Novos Bahianos e dirigindo suas farpas em direção a ditadura militar, a dupla lançou 5 LPs de relativo sucesso.

Como artista solo, Arnaud lançou os LPs 
Sound & Pyla (1970), Murituri(1974) e este O Som do Paulinho (1976). Com uma orientação musical mais "séria" do que nos seus discos com Chico Anysio, nesses LPs Arnaud revela influências que vão do samba, ao funk e ao rock, passando por cores mais psicodélicas em Murituri.

Nos anos 80, Arnaud se dedica mais a TV do que a música, interpretando papéis marcantes nas novelas 
Pão Pão, Beijo Beijo (1983) e Roque Santeiro (1985). Já nos anos 90, pode ser visto no programa humorístico A Praça é Nossa onde, entre outros, satirizava a dupla Chitãozinho e Xororó, no quadro "Chitãoró e Xorãozinho".

Nos anos 2000, Arnaud se dedicou a uma atividade um tanto quanto inusitada: Cartola de Futebol. Como presidente do Palmas desde 2003, conseguiu levar o time ao tricampeonato estadual...
(Fonte: Brazilian nuggets)

Os outros discos de Arnaud Rodrigues em parceria com Chico Anysio eu postei aqui no carnaval passado

Link para download: http://www.mediafire.com/?mezdikyrzmi

9 de fev. de 2010

White Chocolate 1973




Fonte Gravetos e berlotas

link para download: http://www.sendspace.com/file/7khj9x

3 de dez. de 2009

Muddy Waters - "Manish Boy"



Dispensa qualquer comentário...

25 de nov. de 2009

Psicodelia na Paraíba ll


Paêbirú - Lula Côrtes e Zé Ramalho


A primeira vez que o Brasil ouviu Zé Ramalho da Paraíba foi na voz de Vanusa, que gravou a canção Avohay em seu disco "Vanusa - 30 Anos", em 1977, pela Som Livre.
Um ano após, já sem o 'Paraíba", Zé Ramalho ganhou as paradas nacionais com sua enigmática e encantadora mistura sonora. Antes disso, no entanto, tão fantástica quanto suas letras, a história de Zé Ramalho registra a gravação de um disco que ficou perdido nos escaninhos do tempo.

Trata-se do raríssimo álbum duplo "Paêbirú", creditado a Lula Cortês e Zé Ramalho, gravado entre os meses de outubro e dezembro de 1974, na gravadora Rozemblit, em Recife (PE). Com eles, estão Paulo Rafael, Robertinho de Recife, Geraldo Azevedo e Alceu Valença, entre outros. Na época, Lula Cortês tinha em seu currículo o álbum "Satwa" (1973), que trazia canções com título como "Alegro Piradíssimo", "Blues do Cachorro Louco" e "Valsa dos Cogumelos". Zé Ramalho, já tocando com Alceu Valença, tinha em sua bagagem a experiência de grupos de Jovem Guarda e beatlemania, como Os Quatro Loucos, o mais importante de todo o Nordeste.

Clássico do pós-tropicalismo, com (over)doses de psicodelia, o álbum trazia seus quatro lados dedicados aos elementos "água, terra, fogo e ar". Nesse clima, rolam canções como o medley "Trilha de Sumé/Culto à Terra/Bailado das Muscarias", com seus13 minutos de violas, flautas, baixão pesado, guitarras, rabecas, pianos, sopros, chocalhos e vocais "árabes", ou a curta e ultra-psicodélica "Raga dos Raios", com uma fuzz-guitar ensandecida. E, destaque do álbum, a obra-prima "Nas Paredes da Pedra Encantada, Os segredos Talhados Por Sumé" (regravada por Jorge Cabeleira, com participação de Zé Ramalho), com seu baixo sacado de Goin' Home dos Rolling Stones sustentando os mais pirados 7 minutos do que se pode chamar de psicodelia brasileira.

O disco por si só é uma lenda, mas ficou mais interessante ainda pelas situações que envolveram a sua gravação. A gravadora Rozenblit ficava na beira do rio Capiberibe, e o disco, depois de gravado, foi levado por uma das enchentes que assolavam a região. Conta a lenda que sobraram apenas umas trezentas cópias do disco, hoje nas mãos de poucos e felizardos colecionadores, muitas das quais no exterior, onde foram parar a preço de ouro. Contando com a co-produção do grupo multimídia Abrakadabra, o disco trazia um rico encarte, que também sucumbiu ao aguaceiro.

Hoje "top 10" das paradas de CDr no país e ítem valioso no mercado internacional de raridades psicodélicas, o álbum segue misteriosamente inédito no mundo digital. Com isso, a indústria dicográfica brasileira perde uma boa oportunidade de provar que se preocupa um pouco mais do que com o tilintar da caixa-registradora. "Paêbirú", que quer dizer "o caminho do sol" (para os incas), poderia ser o primeiro de uma série de raridades a ganhar a luz do dia, para ocupar uma fatia de mercado que, se pequena comercialmente, é fundamental para a preservação da cultura musical brasileira.
Texto de Fernando Rosa, originalmente publicado na revista Showbizz.

Link para download: http://www.mediafire.com/?bz8f7u6tqlg

24 de nov. de 2009

Psicodelia na Paraíba l


Recentemente em minhas andanças pelo Brasil voltei a João Pessoa, uma cidade que eu já morei a alguns anos e que é por demais agradável, e com uma força musical muito grande na história da música brasileira, na época que lá morei tive acesso a algumas coisas da sua história musical, e nessa minha última visita acabei descobrindo mas alguns discos bem diferentes e interessantes, vou tentar colocar uma dessas novidades por dia aqui.

Segue a primeira dessas novidades:
"Réquiem para o circo - Made in PB", lançado em 1976 e que tem a participação de Zé Ramalho, declamando o "Monólogo do Palhaço" uma adptação do Asilo de Petersen por Luis Carlos Vasconcelos, direção e produção de Eduardo Stuckert.

O compacto é em formato de poster sua capa abre em quatro partes, possui um livreto com 24 paginas! Em duas delas pela primeira vez Zé Ramalho falou sobre os segredos do Ingá, e seu albúm Paêbirú produzido com Lula Côrtes.


O Circo viveu por dois anos durante esta tempo fez o possível para ser fiel à ideía que lhe deu origem. Debaixo do toldo que por algum tempo coloriu uma de nossas avenidas muitas coisas aconteceram.

Houve representações de Teatro; houve concertos de música popular e também Erudita. Houve cantorias a viola, exibições de capoeira e de Bumba meu Boi; nele foram ouvidos os cantos de xangô e de Jurema.

O folclore fazia contraparte com as expressões refinadas da cultura, para que todos os gostos fossem servidos, conferencias, debates, exposicões de arte, havia também bailarinas semi-nuas que rebolavam ao ritmo quente das batucadas. Forrós pelo São João e festas de Natal à luz de velas; carnavais. Beethoven confraterniza com Paulinho da Viola e Luiz Gonzaga fazia duetos com Brahms.

Por dois anos o Circo tentou fazer cultura viva, a cultura alegre e sensual que dá encanto à vida.

Quem sabe dos seus escombros pode surgir uma nova casa de cultura, não a cultura de gravata, mas a cultura amena que faz alegria de viver...

Texto extraído do encarte do Compacto.

Link para download: www.mediafire.com/?yy4kydtzzgv

Fonte brazilian nuggets

7 de ago. de 2009

J. J. Johnson - Willie Dynamite


Fazendo uma seleção de músicas para terminar um trabalho em casa eis o que encontrei perdido no meio de alguns gigabites...




     "Willie Dynamite" (MCA, 1973) é a trilha sonora da película homônima, que conta a história do cafetão Willie D. Curiosamente, o ator que representou Willie no filme ficaria eternizado alguns anos depois por suas atuações no seriado infantil Vila Sésamo... A trilha sonora de "Willie (...)" é outro petardo do trombonista J.J. Johnson, e talvez seu melhor trabalho do gênero; os belos vocais femininos presentes na maioria das faixas são cortesia da Diva Martha Reeves e da banda The Sweet Things. J.J., por sua vez, executa seu metal - no bom sentido, é claro - de forma inspirada e absolutamente fonkee, criando grooves que certamente tornaram o trabalho da senhorita Reeves muito mais aprazível. De forma geral, o LP é um dos melhores do estilo blaxploitation, vendendo, no entando, muito menos cópias do que a trilha sonora de Vila Sésamo.

(texto encontrado no http://originalpinheirosstyle.blogspot.com/2008/03/jj-johnson-willie-dynamite-ost.html)


1. Willie D (Main Title)
2. Willie Chase
3. King Midas
4. Willie Escapes
5. Passion's Dilemma
6. Keep On Movin' On
7. Make It Right
8. Parade Strut
9. Gospel Family
10. Willie D (End Title)


Link para download: http://rs260.rapidshare.com/files/264939799/J.J._Johnson.zip

25 de jun. de 2009

Charles Bukowski 02


Não há nada a lamentar sobre a morte, assim como não há nada a lamentar sobre o crescimento de uma flor. O terrível não é a morte, mas as vidas que as pessoas levam ou não levam até sua morte. Não reverenciam as próprias vidas, mijam em suas vidas. As pessoas as cagam. Idiotas fodidos. Concentram-se demais em foder, cinema, dinheiro, família, foder. Suas mentes estão entupidas de algodão. Engolem Deus sem pensar, engolem o país sem pensar. Acabam deixando que os outros pensem por elas. Suas mentes estão entupidas de bosta. São feios, falam feio, caminham feio. Toque pra elas a maior música de todos os tempos e elas não conseguem ouvi-la.

Charles Bukowski